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COZINHA VIVA
Desenhado por: Michael Simões Ferreira
COZINHA VIVA
A cozinha surge como o coração da habitação. Um espaço onde a cozinha integrada com a arquitetura, com a paisagem e com a tecnologia convergem para criar um ambiente funcional, sustentável e sensorialmente rico. A relação aberta e direta com o pátio transforma o ato de cozinhar numa extensão com a natureza, permitindo que a luz, a ventilação e a vegetação participem ativamente na experiência.

A presença da horta, onde crescem os mais variados legumes, ervas aromáticas e pequenas árvores de fruto, reforça assim a ligação entre a cozinha, a natureza e o ser humano. A proximidade entre a horta e a cozinha cria assim um circuito de proximidade sustentável, numa lógica de cultivo, de recolha, de preparação e de consumo num mesmo gesto simbiótico com o todo, num ato de amor. Há também uma redução do desperdício energético e uma relação proposital e consciente de usar as estações do ano onde os ritmos naturais e biológicos do próprio ser humano coabitam assim naturalmente com a cozinha.

Neste contexto, os eletrodomésticos AEG tornam-se aliados essenciais desta ecologia habitável. A sua tecnologia de alta eficiência energética reduz assim os consumos sem comprometer o desempenho funcional, alinhando-se à lógica económica, estética, biológica e eficiente do espaço. A multifuncionalidade dos seus aparelhos como os fornos com vapor integrado, placas de indução de precisão, sistemas de extração silenciosos e inteligentes, permitem concentrar várias funções num só equipamento. Isto não só reduz a necessidade de múltiplos aparelhos, como permite uma otimização de espaço, harmonizado com um design mais simples e contemporâneo.
O design estético e contemporâneo, discreto e rigoroso, eficiente e multifuncional dos eletrodomésticos integram-se naturalmente na materialidade da cozinha, pois há, como que uma fusão destes com a escolha conceptual do espaço com cores verde oliva e os verdes e brancos do mármore Lepanto.

A luz zenital proveniente de um claustro circular, semiaberto, contemporâneo, ilumina tanto a totalidade da cozinha como também da vegetação do pátio, reforçando assim, uma forte relação de continuidade espacial entre a cozinha construída e o solo vivo.

A cozinha deixa de ser um espaço técnico isolado para se tornar uma peça de design que articula a relação desta com espaço arquitetónico, com a paisagem exterior e com o ser humano, entre a tecnologia, a arte e a produção alimentar. É um lugar onde se cuida das relações, onde se cuida da ecologia e se vive diariamente de forma natural, viva, onde cultivar, colher, preparar, cozinhar e o habitar torna-se em gestos contínuos de sustentabilidade, apoiados por uma tecnologia que respeita o ambiente e amplifica a experiência deste espaço.